A inevitabilidade de viver

 Olá, pessoal!

Inauguro este blog com uma reflexão sobre paixão e amor, motivada pelo trecho abaixo.


A reflexão veio de Robert Johnson, psicólogo autor do livro "Magia Interior:  Como Dominar O Lado Sombrio Da Psique" (Editora Mercuryo, 1996).

Muitas vezes tendenciamos a pensar em um relacionamento de médio a longo prazo que "não tem mais brilho", "o encanto acabou", "não sinto o que sentia antes".

E essa é a coisa natural a se acontecer. O sentimento se transforma, mas no que ele se transforma que é preciso entender e analisar. A projeção, a idealização acabou? O que se quer resgatar? O que resta após a paixão acabar? É possível se relacionar sem a paixão?

Eu gosto de trechos que me acendem uma fagulha de curiosidade, porque sempre estamos aprendendo algo novo, adquirindo novas perspectivas sobre nossas vidas e nossos relacionamentos. Nada é estático, toda tentativa de cristalizar algo é em vão. Tudo se transforma!

Para mim, esse é um dos sentidos da vida: acompanhar essas transformações, entender em qual direção a vida nos leva, aceitar os começos e os finais. Nos deixar ser transformados pela inevitabilidade de viver. 

Eu diria que a vida em si nos traz pirotecnias extravagantes o suficiente fora de um relacionamento amoroso, por isso que ele vai se transformando em algo que possa trazer paz e estabilidade em vez de mais palpitações cardíacas. 

Comentários

Postagens mais visitadas